La Intrusa, por Xico Sá

O nosso melhor escritor pícaro-mexicano

Sem essa de misteriosos sumiços e elipses sebastianistas em reinos & reinados maranhenses. Alvíssaras, meus camaradas, o monstro Bruno Azevêdo está de volta. Erguei o espumante no salão, ó mulher moderna, uma esporrante saga vos espera.

Um folhetim em chamas capaz de tostar raparigas em flor. Um erotismo de banca capaz de reverter a mais enjoada das menopausas de todos os caritós. “A Intrusa” é fogo en las entranhas da frígida e solene literatura contemporaneazinha.

O monstro Bruno Azevêdo, este papaléguas, alcança, com este volume que ora lateja nas mãos da mulher moderna, a condição do nosso melhor escritor pícaro-mexicano.

Que outro escriba, a não ser o autor deste folhetim, seria capaz de erotizar o tilintar dos duralex? Só o narrador de “A Intrusa” é/foi capaz. A pia de louça por testemunha de um tórrido amor engordurado.

Como no bendito de Augusto Cury, uma das mais incríveis epígrafes dos capítulos desta novela, “mulheres inteligentes, relações saudáveis”. O caminho está aberto, o monstro Bruno Azevêdo é o guia genial da orgulhosa fêmea que triunfa na sociedade moderna distribuindo muxoxos e rabissacas para a vanguarda porco-chauvinista do atraso.

“Temperamento latino é fuego”, já dizia, na subida do morro, o velho Morengueira.

Xico Sá, SP, pisando as folhas secas do outono do ano da graça de 2013.

prefácio original de Xico Sá
para A Intrusa, que por questões
orçamentárias foi reduzido a um
mísero parágrafo na edição final.

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